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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Experiência do usuário em aplicativos web: estamos pensando nisso?

O desenvolvimento de aplicativos baseados na web já é algo extremamente comum, e eles vem ganhando um nível de sofisticação cada vez maior. Serviços e funcionalidades bastante complexas estão à disposição na web em ferramentas de colaboração e trabalho em grupo, dashboards, sistemas transacionais, sistemas de e-commerce, online banking e também nos sistemas SaaS (software como serviço).

No início da internet, um dos grandes desafios (que em muitos casos ainda persiste) consistiu em pensá-la como uma nova mídia, com características completamente distintas do que havia até então, e planejar o conteúdo de sites e intranets de acordo com estas particularidades. Demorou algum tempo para até que gestores dessas iniciativas entendessem que não estariam aproveitando o potencial da web apenas copiando e colando suas brochuras, comunicados e informativos.

Nesta questão dos aplicativos baseados na web, estamos enfrentando desafio parecido. Antes, quando a complexidade no desenvolvimento de tais plataformas e mesmo a disponibilidade de banda era muito reduzida, os aplicativos tinham muito menos possibilidades. Isso já não é mais desculpa. A web 2.0 veio para mostrar que já é possível desenvolver aplicações riquíssmas em interação com o usuário com baixa complexidade de implementação.

Então será que estamos pensando os nossos aplicativos de acordo com esse novo contexto? Estamos entendendo as particularidades desse novo cenário, para aproveitar todas as suas oportunidades?

Problemas de usabilidade neste tipo de aplicação trazem vários impactos negativos para a empresa que o disponibiliza: visão negativa da marca e de sua prestação de serviços, aumento de retrabalho por execução de maneira incorreta do processo, gastos com equipe de suporte ao usuário (muitas vezes utilizando canais mais caros, como o telefone) e perda de oportunidade de venda de serviços e fidelização dos usuários.

Alguns dos problemas mais comuns são (existem inúmeros outros):

• Falta de compreensão dos usuários e seus diferentes níveis de familiaridade/experiência de uso com o sistema - ou mesmo de experiência no mundo web.

• Falta de compreensão da motivação dos usuários. Eles possuem diferentes objetivos em relação ao sistema e diferentes contextos de uso, que impactam em sua experiência.

• Falta de visão geral do processo. Sistemas não oferecem um senso de orientação que permita aos usuários prosseguir no processo ou voltar aos passos anteriores – ou mesmo saber onde ele está.

• Problema para encontrar serviços ou páginas: termos não são os que os usuários estão buscando (vocabulário técnico ou específico da empresa) ou informações não estão organizadas de acordo com uma lógica clara.

• Páginas e maneira como os serviços são executados são despadronizados. Isso dificulta o aprendizado dos usuários, que se confundem e precisam reaprender a utilizar cada um dos serviços.

• Jargões excessivamente técnicos (que muitas vezes não são explicados aos usuários).

• Sistema não oferece feedback ao usuário na execução das transações.

• Mensagens de erro (quando um usuário realiza uma operação de maneira incompleta, por exemplo) pouco explicativas e que não ajudam os usuários a completar o processo de maneira adequada.

• Número excessivo de campos para preenchimento (e algumas vezes desnecessários).

Projetos de usabilidade impactam diretamente na experiência do usuário, fazendo com que ela tenha resultados concretos de acordo com seus objetivos (aumentar vendas, fidelizar clientes, reduzir custos, etc.). É preciso deixar de olhar este tipo de projeto pelo lado das restrições tecnológicas e entender pra valer o potencial desse novo contexto de negócio.

Twitter: @prfloriano


Site muito bom. Charles Elena é um premiado estúdio de design criativo Melbourne especializada em identidade visual corporativa e gestão de marcas on-line e mídia impressa.
Marketing
Gestão da marca nas mídias sociais

Vice-presidente de marca do Grupo Santander, fala sobre as oportunidades e desafios que as mídias sociais trazem para as marcas

Já não é mais novidade dizer que as mídias sociais, antes consideradas apenas entretenimento, abriram um leque de possibilidades na comunicação entre empresas e consumidores. A esta altura, está claro que com sua linguagem própria, predominantemente informal, as redes virtuais se tornaram um convite para que as organizações adotassem uma postura mais próxima, humana e encontrassem uma nova forma de encantar os seus públicos.

Cada empresa tem procurado o seu jeito de explorar essas novas possibilidades, mas algumas, em especial, abriram caminhos que servem de referência a todas as outras. Esse é o caso da Ford, que, por meio do executivo Monty Scott, começou em dezembro de 2008 a mudar o uso corporativo das ferramentas online.

Naquele momento, quando as mídias sociais ainda não tinham o mesmo impacto de hoje, Scott encontrou mensagens no Twitter que criticavam o comportamento da Ford por supostamente tentar fechar o site de um fã, o RangerStation.com. A informação correu as redes sociais e levou mais de mil internautas a reclamarem no portal da montadora em apenas uma noite.

O executivo, que seis meses antes fazia parte de uma empresa especializada em mídias sociais, começou uma reação de Relações Públicas pelo Twitter. Primeiro, avisou no microblog que iria examinar o caso; mais tarde, alertou que a Ford acreditava que o site estava vendendo produtos falsificados com a sua marca; e, ao longo da tarde, enquanto convencia os advogados da montadora a desistirem da ação judicial, continuava a atualizar as postagens para contextualizar os seguidores.

No final do dia, o executivo publicou um tweet que colocava fim na situação. Em menos de 24 horas, Scott reportou que o caso estava solucionado: uma conversa sob sua mediação havia definido que a empresa retiraria o processo e o site suspenderia as vendas consideradas ilegais. Solução rápida, comunicação excelente.

Além de conter um movimento viral extremamente negativo para a marca, o executivo reverteu a favor da Ford um grave problema de Relações Públicas. Para isso, fez uma inversão no processo de comunicação: em vez de iniciar a ação institucional falando, começou o caso ouvindo o que os interlocutores tinham a dizer.

A diferença entre o cenário atual e o de 2008, quando Scotty entrou em cena, é que agora pouquíssimas empresas duvidam da importância e potencial das mídias sociais. Segundo a consultoria Nielsen Online, no final do ano passado 67% dos internautas do mundo já usavam redes sociais e blogs – escala superior ao uso de e-mails pessoais. Uma coisa, no entanto, permanece igual do caso Ford para cá: sem a existência de fórmulas consagradas nesse campo, as organizações continuam experimentando e tentando entender a melhor maneira de explorar as ferramentas virtuais.

A primeira percepção das empresas sobre o assunto, anos atrás, foi de que as redes poderiam atuar positiva ou negativamente sobre as marcas – e que isso abria portas e pontos de atenção. O passo seguinte foi ver nas mídias sociais um canal de divulgação, extensão da publicidade e dos press releases. Não demorou e os mais ousados perceberam que as novas ferramentas também poderiam construir relacionamentos. A Tecnisa, por exemplo, notou que seus seguidores no Twitter buscavam oportunidades de compra de imóvel. Baseada nisso, elaborou promoção com vantagens exclusivas para seus seguidores em redes como Facebook, Linkedin e Twitter.

A familiaridade com as novas ferramentas continuou evoluindo. Aos poucos, ficou claro que os participantes não recebem com conforto, no ambiente virtual, as organizações que exploram as redes em mão única, com objetivo apenas de enviar mensagens institucionais previamente preparadas. Além disso, com o passar do tempo, ficou evidenciada a importância de uma possibilidade óbvia e importante proporcionada pelas mídias sociais: elas permitem às empresas dialogar, agregar valor e gerar experiências para os públicos estratégicos, de maneira a estabelecer um novo tipo de relacionamento.

Essa, aliás, tem sido a nossa abordagem no Grupo Santander Brasil. Desde o final do ano passado, fazemos uso do Twitter como mais uma forma de ouvir as idéias do cliente e de estabelecer uma comunicação de duas mãos com ele. Além disso, exploramos a nova linguagem também com o objetivo de estimular o relacionamento interno. Para isso, criamos o Círculo Colaborativo, nossa rede social voltada aos funcionários.

As mídias sociais, definitivamente, revelam muito sobre uma organização. Aquelas que têm relacionamento como valor tentarão gerar experiências para os seus públicos; as que preferem um modelo assimétrico de comunicação no máximo enviarão mensagens sem estabelecer diálogos; e outras, mais fechadas e acostumadas a atuar no formato 1.0, nem mesmo participarão. Mais do que um instrumento que cria valor de marca, o fenômeno das redes virtuais é um campo de atuação que reflete a estratégia e o modelo de cada empresa. Num mundo cada vez mais transparente, não dá mais para fingir ser uma coisa na web e se comportar de outra maneira na gestão do negócio.

Fernando Byington Egydio Martins (Vice-presidente de Marca, Marketing e Comunicação Corporativa do Grupo Santander Brasil).

Fonte: Mundo do Marketing (www.mundomarketing.com.br)
23/04/2010

http://br.hsmglobal.com/notas/57296-gestao-da-marca-nas-midias-sociais?utm_source=230410_mkt&utm_medium=230410_mkt&utm_content=230410_mkt_gestao-da-marca-nas-midias-sociais&utm_campaign=230410_mkt

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Novo Iphone > How Companies Can Use Sentiment Analysis to Improve Their Business

http://mashable.com/2010/04/19/sentiment-analysis/

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Como podemos definir USABILIDADE?
Pedido de ajuda

Usabilidade é o mesmo que facilidade de uso. Se um produto é fácil de usar, o usuário tem maior produtividade: aprende mais rápido a usar, memoriza as operações e comete menos erros.

Quais são os erros de usabilidade mais comuns?

O erro mais comum é acreditar que se sabe tudo sobre os usuários de um website. O criador do website projeta de uma forma que lhe faz sentido, mas para o usuário, não há sentido algum. Aí o usuário se bate, não consegue navegar e até mesmo desiste e vai embora. Quem é que já não passou por estas dificuldades?

Excesso de informação irrelevante
Palavras técnicas desconhecidas
Botões que não reagem como esperado
Isso acontece ou porque o desenvolvedor achou que o usuário ia entender ou porque não sabia como fazer melhor. Usabilidade preenche justamente essa lacuna do desenvolvimento: definir o que fica melhor para o usuário.

Quais são as diretrizes de usabilidade que devem ser usadas na construção de um site?

Eu não acredito em diretrizes. Acredito em bom senso. O desenvolvedor que deseja melhorar a usabilidade de um website deve conhecer bem seus usuários, tomar decisões informadas e testar suas criações. Não existem diretrizes que substituam isso.

Como planejar a estrutura de um site?

Deve-se começar com uma pesquisa com usuários para verificar suas expectativas. Depois, analisar o conteúdo disponível. Esse conteúdo deve ser organizado de uma forma que faça sentido para o usuário, então é preciso convidá-los a participar da organização usando uma dinâmica chamada card-sorting. Por fim, deve-se elaborar diagramas que sintetizem a visão do usuário para os desenvolvedores do website.

Quais são as práticas de usabilidade mais eficientes atualmente?

Pesquisa com usuários. Elas são fundamentais para tomar decisões informadas. Existem vários métodos, tais como testes de usabilidade, card-sorting, avaliação heurística, mas o mais importante é ter bom senso.


As práticas de usabilidade variam de acordo com o tipo de site e seu público? Ou não, são diretrizes fixas?

As práticas de usabilidade devem ser executadas dentro de uma metodologia contextual, que leva em conta a situação específica do projeto, adaptando os métodos e técnicas para a necessidade. Embora existam, eu não confio em procedimentos padronizados para a usabilidade.

É possível avaliar se as práticas utilizadas em um site estão tendo o resultado esperado? Como avaliar?

A análise de estatísticas de navegação e os testes de usabilidade são muito eficientes para verificar o nível de usabilidade de um website. Na análise de estatísticas, é possível identificar situações indesejáveis como, por exemplo, a desistência do usuário no meio de uma tarefa. Porém, não dá pra saber o motivo da desistência. Isso pode ser verificado num teste de usabilidade, no qual o usuário executa tarefas na frente dos desenvolvedores, que observam sua fala, seu estado emocional e contexto de uso.


Você poderia dar exemplos de boas práticas de usabilidade e práticas ruins?

A Usabilidade está por todas as partes em nosso dia-a-dia. Da torneira de banheiro ao painel do microondas. Se funciona, a gente nem nota que está ali, mas se apresenta dificuldade, ficamos irritados. As boas práticas de usabilidade passam desapercebidas, mas contribuem para uma boa experiência no final do dia. Existem produtos que se tornaram famosos por sua usabilidade: é o caso do buscador Google, do iPhone, do Windows e do Nintendo Wii. Algumas pessoas acham que a usabilidade desses produtos é boa, outros acham que é ruim, mas o fato incontestável é que a usabilidade é a alma desses produtos.

O que é o design de Interação?

O Design de Interação vai além da Usabilidade. Usabilidade é um aspecto importante da experiência do usuário, mas não é o único. É preciso considerar aspectos estéticos, emocionais e sociais. Design de Interação integra tudo isso dentro das teorias e metodologias de Design, que fornecem uma excelente base para lidar com o balanceamento destes aspectos. Pode-se considerar o Design de Interação como uma especialidade dentro do Design, assim como Design Gráfico ou Design de Produto.

O que é o Instituto Faber Ludens?

O Instituto Faber-Ludens é uma entidade sem fins lucrativos que promove o desenvolvimento do Design e da Tecnologia no Brasil através da integração entre mercado e academia. Apoiamos projetos de pesquisa, ensino e consultoria nas mais diversas áreas.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Tendências de marcas 2010 http://www.logolounge.com/articles/default.asp?ArticleID=782
Arquitetura e Design -

http://abduzeedo.com/architect-day-a-cero
PodCast Photoshop > http://www.photopro.com.br/v_podcast.php?pod_id=11
http://ow.ly/1wcyT Paleta de Cores PDF

Por trás das cenas: a estratégia da cor com Jack Bredenfoerder

Jack Bredenfoerder
Director de Design

Pensar sobre o papel da cor no branding e design, voltamos ao nosso especialista em house in. design Cincinnati diretor Jack Bredenfoerder é reconhecida internacionalmente como uma autoridade de cor, especializada em estratégia de cores, tendências e previsões. Ele foi apresentado na HGTV e na condução de negócios, do consumidor, design e publicações, tais como oFinancial Times, Artes Comunicação, AdvertisingAge, ID Magazine, e do New Yorker. Ele também trabalhou recentemente como presidente do Color Marketing Group, a estreia internacional associação para profissionais de design de cores.

Vamos começar com a pergunta que todos querem ouvir: Quais são as tendências de cores e indicações que devemos esperar para ver em 2010?

Em uma grande mudança de distância da neutros cauteloso, cinzentos, castanhos e pretos que vimos em 2009, aqui é o que devemos esperar para ver ao longo de 2010:

  • A revitalização da International Klein Blue, que diz respeito à busca das pessoas por uma global, cor Let's trabalho em conjunto unitário, que representa não só os desafios ambientais que temos de resolver em conjunto, mas também os sociais e políticos.
  • White, que reflete o desejo de simplificar e limpar a paleta em uma economia incerta.
  • Warm amarelos dourados, que estão ligadas a um desejo para a estabilidade de um novo padrão ouro.
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Esta Primavera veremos também inspirado sherbet 1960 pastéis macios e brilhantes tropical como uma "estrada para a recuperação" declaração. Os consumidores estão cansados de cortar para fazer extremidades encontrar-se precisar de alguma alegria em suas vidas diárias! Warm hibisco vermelho, turquesa, roxo sol, amarelo dourado, magentas e vai jogar em razão da aguada e pastel branco durante todo o verão. Eu falo mais sobre essas tendências e suas influências na minha blogs recente: Paradise lost and found e influência da economia em 2010 e as tendências de cores.

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Ao cair estas brights tropicais se tornará acentos dramáticos para um rico e estável, escuro, terreno e reconfortante de preto, castanho dourado de madeira, castanha de cereja, merlot azul-cinza, carvão, e Borgonha. Verdes estão no mix para 2010, bem como: esperar mais brilhantes, ouro, influenciado verdes na primavera e no verão, então jóia-tom, o azul do lado verde esmeralda misturada com turquesa para a queda.

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Mas, naturalmente, estas tendências já estão em cima de nós, basta olhar ao seu redor. A primavera eo outono coleções de Marc Jacobs, Oscar De La Renta, Ralph Lauren, Calvin Klein e jogar em todas as direções dessas cores. O desejo de alegria também é visto nas histórias, bem como as instruções na tela em cores vivas a fantasia de muitos, aventura, e do tipo escapista filmes nos cinemas este ano (tal como 3-D blockbusters Avatare Alice no País das Maravilhas ). E Autoridade Internacional de cor Pantone recentemente selecionado turquesa como cor do ano.

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A identidade para o Dia Global de lavagem de mãos é o representante das direcções cor alegre que surgiram desde que a economia mergulhou: um elétrico, Yves Klein azul de inspiração internacional junta-se as mãos com um amarelo dourado quente e fresca verde brilhante contra um branco, chão limpo.

Que papel você acha que a cor desempenha em um projeto de branding?

Eu sempre digo que cor é o tempero do projeto. Assim como um chef que seleciona as especiarias para usar em uma receita de assinatura, uma designer escolhe cores. Da mesma forma, a cor a receita completa da marca.

Muitas pessoas em nossa indústria falam sobre uma marca que possui uma cor, mas eu prefiro pensar nela como proprietária de uma expressão de cor . Cor não existe num vácuo; contexto é fundamental. Não é justo que o amarelo ou verde, você escolhe, é como as cores são combinadas com outros elementos de design para criar uma marca atraente e original expressão.

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Quando a identidade visual da BP foi redesenhado , as cores principais o verde eo amarelo foram mantidos, mas animou com o novo amarelo-verde e branco para acentuar o ícone do estouro helios. A nova identidade com êxito BP sinalizou o desejo de se transformar de uma empresa petrolífera a um responsável, do primeiro século vinte marca energética.

Como você decide quais as cores para usar em um projeto?

No Color Marketing Group gostamos de dizer que a cor é muitas vezes o primeiro elemento de design que os consumidores aviso ea última coisa que pensar antes de fazer uma compra. Por esta razão, é muito importante que as escolhas de um designer de cores estão solidamente ligados à estratégia de marca e de expressão da marca. Há alguns casos onde a cor é o driver de reconhecimento da marca, como Tiffany, UPS, Orange, e Nexium, mas na maioria dos casos é a cor do tempero que distingue, une e organiza a marca.

Para escolher a cor certa para a marca, os designers precisam de uma estratégia boa marca e design breve, a receita, mas eles também precisam da chance de modificar e melhorar para criar uma experiência de marca única. Catering para as massas não deve ser o objetivo.

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O longa roxo e laranja da marca FedEx é temperado com outras cores para organizar os elementos da arquitectura de marca do . Color serve como um dispositivo wayfinding para ajudar os clientes distinguir diversos serviços de entrega FedEx, tais como solo e crítica personalizado.

Você nos disse que a estratégia da cor é fundamental para selecionar a cor certa para a marca. Como você desenvolve um?

A cor é um elemento de design extremamente sensorial e todos têm uma opinião sobre ele. Para evitar cair em conversas improdutivas e subjetiva sobre as opções de cores, eu recomendo trabalhar com uma estratégia de cores formalizada. Quando eu estou construindo a minha estratégia de cores para um projeto que eu penso sobre os seguintes elementos:

  1. Os aspectos físicos da cor envolvem tanto os acadêmicos da teoria da cor e física da cor. Será que os pigmentos sejam compatíveis e duráveis para o seu produto? Será que a luz afeta a cor? Que tipo de impressão, mídia, produção ou métodos serão utilizados e qual é a gama de cores disponíveis para o processo? É o desenho colorido equilibrado? Será que ela precisa ser equilibrada?
  2. Aspectos culturais da cor considerar regional e preocupações do grupo. São as cores inadequadas devido à sede regional ou associações culturais? Por exemplo, você está vendendo o desgaste de futebol na Itália, em cores que lembra da equipa nacional francesa?
  3. Aspectos psicológicos da cor e intuitiva facilitará conexões emocionais entre marcas e consumidores. A cor pode evocar memórias e estimular os sentidos. Também pode adicionar prazer se utilizado de formas inesperadas.

    Muitos de nós designers cor encolher quando ouvimos declarações como: laranja, está feliz, o amarelo é sol, e azul é calmante. Isso pode ser verdadeiro em muitos contextos, mas não é uma verdade absoluta. Orange também pode se comunicar utilitarista, antigo amarelo, azul e fria. A pesquisa qualitativa sobre as mensagens de cores pode ser útil quando as cores são apresentadas em contexto com o resto do design e de preferência, no ambiente, o consumidor terá a experiência dele. Nunca cores de investigação fora do contexto ou como amostras individuais!
  4. Modismos, tendências e ciclos são atuais e comportamentos dos consumidores e padrões emergentes de compra. Ciclos duram mais e são mais previsíveis do que as tendências e as tendências são mais longevas do que as modas. Modismos vão e vêm muito rapidamente. Enquanto tendência spotting é importante, é muitas vezes erroneamente usada como uma ferramenta de previsão. Se alguma coisa está acontecendo agora, não é o futuro. Caso você use sempre as tendências atuais como o seu raciocínio só para o projeto, você sempre será um seguidor de tendência, e nunca um líder.
  5. Cor direção ea previsão é a mais muitas vezes incompreendido e ignorado parte de uma estratégia de cor forte. Para previsão da cor, é importante olhar para as tendências atuais e ciclos. Mas se você está realmente indo para prever a direção das tendências de cores está indo, você deve considerar questões importantes major-influências no mundo maior que «as decisões dos consumidores unidade. Considere estas tendências a longo prazo e onde pode tomar as tendências atuais nos próximos três anos:

    • Economia
    • Ambiente, natureza, aquecimento global e do movimento verde
    • Crescimento da Internet eo aumento da comunicação
    • Customização de produtos
    • Simplicidade, honestidade, confiança e autenticidade
    • Global versus local
    • Tecnologia
    • Cinema, teatro, música e artes
    • moda Runway
    • Personagens (que são muitas vezes ligados à aspiração e tendências causa)
    • Política e governo
    • Fusão ea mistura de conceitos
    • Espiritual e intuitiva (relaxamento, spas, escape, rejuvenescimento e bem-estar)
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O One Degree marca usa uma expressão simples para obter a cor certa para o ponto de sua história com a marca: um grau de mudança por todos, todos os dias pode mudar o planeta. Instituído pela News Limited de carbono neutro iniciativa, um grau incentiva os colaboradores e leitores da sua mídia de fazer mais para o meio ambiente. O símbolo de grau azul exemplifica a tendência para a unidade global, e as telas em preto e branco (que são apropriadamente lembra de papel de jornal) centrar a nossa atenção sobre o azul do anel simples e sua mensagem simples: manter o nosso planeta limpo e fresco.

Como a prevalência de mídia digital mudou a cor maneira é usado? O único desafios e oportunidades de cor se apresenta digital?

A era da comunicação está aqui, eo mundo continua a plug dentro A identificação e wayfinding qualidades de cor são mais importantes do que nunca, nós tentamos encontrar e compartilhar informações de forma rápida e participar em comunidades digitais.

Hoje, os monitores e telas permitem visualizar uma maior gama de cores e alta definição permite um novo nível de detalhe. A maior variedade de cores pode ser experimentado, porque estamos vendo pura luz que se projecta, não refletida. O desafio para os designers foi a consistência entre os hardware, mas a calibração de cores e padrões estão fazendo progressos sólidos. Atualmente 3-D é uma novidade, mas ela deve ir mainstream em breve, ea realidade virtual multissensorial seguirá, todas as oportunidades emocionantes para experimentar cores em novos níveis.

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A expressão da cor da nova marca de automóveis francesa Citroën lembra aos visitantes que estão no âmbito de um elegante, mas energizado, automóvel marca icónica. As cores se estendem de forma consistente em seu website: empregada vermelho clássico judiciosamente sobre um terreno de premium branco com detalhes cromados. A linguagem de cores também é simples, afastando-o da maioria dos sites, que se afogar em uma cacofonia de cor.

Você tem uma cor favorita?

Esta é uma questão de diversão. Para aqueles de nós que foram treinados para superar as nossas preferências, eu sugiro que nós olhamos para trás a nossa infância e pensar que nós usamos o lápis ea maioria que temos em nossas caixas de negligenciados crayon. Meu lápis preferido era roxo. Meu menos favorito era verde espuma do mar.

Esta questão tem implicações sérias. Designers são geralmente treinados para olhar para o espectro de cores como um pianista que olhar para o teclado. Assim como há nota não é ruim, lá não é ruim cor na paleta de um designer. Saber o que são as minhas preferências, eu sempre verificar para ver se eu estou selecionando muito roxo e verde não é suficiente quando se trabalha em um projeto de branding.

Devemos também ser cuidadosos de pessoas que expressam seus gostos e desgostos, sem relacioná-los com uma estratégia de marca. Se o design trabalha para trazer a história da marca e de expressão para a frente, então bem-sucedida, se não, ele falha.

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PANTONE ® Cores exibidas aqui podem não corresponder PANTONE identificados padrões. Consulte atual PANTONE Color Publicações para a cor exata. PANTONE ® e outras marcas registradas Pantone são de propriedade, e são usados com o consentimento por escrito de, Pantone LLC. Porções LLC © Pantone, 2003. Todos os direitos reservados.

http://ow.ly/1wcyT

Marketing verde é o novo preto

Por Gina-Marie Cheeseman | 16 de abril de 2010 View

Na "base" da conferência em Londres, de acordo com a Green Business , um painel de especialistas de marketing ", previu que o próximo ano vai ver uma mudança no" ambiente de publicidade e empresas de estratégias de comunicação. "Em outras palavras, no próximo ano green marketing, passará a ser a raiva.

"É inconcebível que agora pode lançar novas marcas sem credenciais verdes", disse Giles Gibbons , fundador da consultoria Bom Negócio. "Temos visto até mesmo a Ferrari recentemente o lançamento de seu primeiro carro com credenciais verdes - que você pode considerar isso como greenwash, mas destaca a medida em que o marketing verde entrou no mainstream."

Pesquisas realizadas no ano passado, dar credibilidade ao que Gibbons e outros especialistas de marketing, disse na mostra de base (que é colocado pela empresa de marketing e comunicação chamado base de comunicações). Um 2009 estudo de marketing e comunicações por líderes St. Louis empresa de relações públicas Fleishman-Hillard eo American Marketing Association, disse que 58 por cento dos respondentes acreditam que suas empresas vão aumentar os seus esforços de sustentabilidade ambiental nos próximos meses.

Setenta e seis por cento de todos os consumidores E.U. pesquisados por Esty Environmental Partners, Landor Associates, Cohn & Wolfe, e Penn, Schoen & Berland para o 2009 Global Green Brands Survey disseram que vão gastar o mesmo ou mais em produtos verdes no próximo ano.

Um levantamento divulgado no início deste ano, mais de 370 executivos de marketing e publicidade fornece evidências de que o marketing verde é cada vez mais popular. Considere os seguintes resultados da pesquisa:

  • 82 por cento dos entrevistados disseram que planejam utilizar mensagens mais verde no seu marketing
  • 74 por cento disseram que estão realizando marketing verde de mensagens na internet, usando cerca de metade de impressão, e outra de 40 por cento está confiando em mala direta
  • 28 por cento disseram acreditar que o marketing verde foi mais eficaz do que outras mensagens de marketing, seis por cento disseram que era menos eficaz

marketing verde eficaz

Como uma empresa de forma eficaz a prática do marketing verde? O especialista em marketing verde, Jacquelyn Ottman, dá quatro coisas que uma empresa precisa fazer:

  1. Obter o produto certo (marketing verde deve dar um passo extra de gestão de impactos do produto do ciclo de vida e eco-inovação, desde o início)
  2. Conheça o seu cliente (porque ela é responsável)
  3. Foco nos benefícios primários do produto
  4. Ser credível

Eric Lowitt, gerente de Consultoria da Deloitte Estratégia e Práticas de Operações, disse que cerca eficazes de marketing verde:

  • Assegurar o lançamento ea execução de sua campanha de marketing verde é informada pelas mais recentes pensar na arena greenwash.
  • campanhas publicitárias Vet com os observadores internos e externos antes do lançamento.
  • Primeiro os consumidores para se conectar com sua campanha verdes. As empresas estão empregando uma ou mais das seguintes três abordagens para alcançar este objectivo. Alguns estão se comunicando através de suas qualidades verde indícios visíveis, tais como embalagens mínimo. Outros estão trabalhando com seus colegas de setor para desenvolver os rótulos padrão. E diversas empresas estão se conectando com os devotos de produtos verdes através da mídia social.
  • Intensificar os esforços para comunicar verde pontos de venda de sua força de vendas.
  • Desenvolver mensagens específicas chave conta a sustentabilidade ambiental de marketing que claramente mapear seus esforços verdes para verde as suas contas principais "pontos focais.

«Quantas vezes você ouve as pessoas dizem 'estamos a fazer tudo isso] [atividade verde, mas não obtive qualquer crédito dos clientes?" Gibbons perguntou . "Isso é porque a única maneira eficaz de fazer marketing verde é através de marketing da marca, não de marketing corporativo."

http://www.triplepundit.com/2010/04/green-marketing/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+TriplePundit+(Triple+Pundit)

Onde estão os anúncios de brócolis?

*Cortesia da imagem da Grande Farmer's Market La (Flickr) , a permissão que está sendo solicitado.

Aparentemente, não há nenhum funcionário Broccoli dia. É um dos mais amados de legumes. Mas ontem, brócolis teve um momento pouco ao sol após Matt Yglesias perguntou: " Onde estão os anúncios de brócolis ? " Por que não são produtores de tentar vender mais? Suas perguntas desencadeou muitos comentários sobre o site e um monte de outros lugares. Para resumir a sabedoria coletiva:

  1. Nenhum branding : A razão mais óbvia para a falta de marketing é que o brócolis é sem marca e, portanto, indiferenciada. Portanto, se um agricultor foi promover o seu produto, todos seriam beneficiados. Considerando que, ao McDonalds promove os seus Big Macs, é aquele que benefícios. Quando um produto é de marca, ele pode ser retirado do estatuto de mercadoria, permitindo a preços reduzidos e suporte de publicidade.
  2. A falta de ação coletiva : Uma série de outros produtos agrícolas ter resolvido este problema não marca através de uma acção colectiva. Exemplos incluem a California Milk Processor Board's Got Milk? campanha, e campanhas de abacate, maçã, carne bovina, suína, e muitos mais. Ninguém tinha um argumento convincente em especial por que alguns produtos agrícolas são bem organizadas e outras não. Pode ser uma questão da dimensão do sector e à determinação dos produtores. (Nota: Há brócolis coletivo de ação no Canadá).
  3. Falta de imaginação : Outra forma que os produtos potencialmente commodity conseguiram se diferenciar é através de embalagens e produtos inovadores. Pom Wonderfultransformou a indústria de romã, Diamond Foods fez o mesmo com as porcas. Outros exemplos são: saladas embaladas, e não vamos esquecer a água engarrafada.
  4. Promoção via / por terceiros: Talvez não haja qualquer brócolis Super Bowl anúncios, mas isso não significa que não há marketing e promoção. Todo mundo sabe que o brócolis é bom para eles. Nós ouvimos nos meios de comunicação, as nossas crianças são ensinadas na escola, vemos brócolis empilhados em mercados de agricultores e no Whole Foods e é sempre no menu em restaurantes. Quanto desta promoção é organizada pelos produtores e quanto é orgânico? Eu não sei, mas a mensagem está saindo.
  5. Gosto horrível : O que é gostar? Várias pessoas atribuíram a falta de marketing para o awefulness geral do próprio produto, o gosto, a textura, os talos. Mas o marketing tem o poder de mudar a percepção, mesmo para as crianças, que são notórios veggie-inimigos. Alguns anos atrás, a Fundação Atkins patrocinado alguma pesquisa que mostrou que a preferência por crianças brócolis chocolate versus poderia ser radicalmente alterada apenas pela adição de um adesivo de Elmo para o brócolis. No grupo controle, 78 por cento das crianças escolheram uma barra de chocolate ao longo de brócolis (como alguém pediu, o que se passa com os 22 por cento que escolheram brócolis?). Mas quando um autocolante Elmo foi adicionado, 50 perc selecionado o brócolis.

Apesar da falta de marketing e algumas pessoas não gostam do sabor, parece que os produtores de brócolis E.U. que não estão fazendo mal. Segundo o Conselho Agrícola da América, nós estamos comendo brócolis 9 vezes mais do que eram há alguns anos-4 1 / 2 £ 20. um ano. Isso é um monte de brócolis! Passe o molho de queijo.

http://ow.ly/1BqAM